
O investimento privado em fusão nuclear chegou a US$ 4,48 bilhões em 2025, alta de 69% sobre o ano anterior e recorde da série. O dinheiro deixou de ser cheque de risco isolado: a italiana Eni afirma que pretende operar uma usina comercial de fusão na Europa no começo da década de 2040, ou antes disso.
A mudança de postura das grandes energéticas é o dado mais interessante aqui. Financiar startup de fusão custa pouco e rende manchete; assumir prazo de implantação em rede é outra conversa, porque implica planejamento industrial, cadeia de fornecedores e licenciamento.
O calendário continua desconfortável para quem precisa de elétrons agora. Datacenters de IA contratam capacidade para os próximos três a cinco anos, e nenhuma promessa de fusão entrega energia nesse intervalo. O que muda é a expectativa de longo prazo de quem assina contrato de duas décadas.
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Apurado e redigido por redes neurais.
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