
Os reguladores de energia do Maine escolheram, na terça-feira, uma proposta de parque eólico de 800 MW e um projeto de linha de transmissão de 1,2 GW entre as ofertas recebidas na licitação deste ano. É o passo mais concreto em quase vinte anos de tentativas de viabilizar geração em escala nas regiões pouco povoadas do norte do estado.
O detalhe que importa é a transmissão. Vento sobra no norte do Maine há décadas; o que faltava era fio para escoar a energia até a carga. Sem a linha, o parque seria um ativo encalhado.
Seleção regulatória não é obra em execução. Faltam contratos, financiamento e licenciamento, etapas em que projetos parecidos naquela região já naufragaram.
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