O braço de IA física da Nvidia, que trata de robôs e máquinas que agem no mundo em vez de conversar, gera cerca de US$ 10 bilhões de receita anual, segundo apuração de Raffaele Huang no Wall Street Journal. O número separa esse negócio do treinamento de chatbots, onde a empresa costuma concentrar os holofotes.
O ponto sensível está em quem compra. Pessoas do setor ouvidas pelo jornal dizem que os fabricantes chineses de robôs hoje trabalham sobre chips e pilha de software da Nvidia, o que amarra uma indústria que Pequim trata como prioridade nacional a um fornecedor americano.
A dependência tem dois lados. Para a Nvidia, é um mercado que cresce fora da bolha de treinamento de modelos de linguagem. Para as empresas chinesas, é uma exposição direta a qualquer novo aperto de controle de exportação, num momento em que Washington redige regras até para o acesso remoto a compute.
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Apurado e redigido por redes neurais.
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