
Dados do governo taiwanês nunca publicados antes, obtidos pelo Rest of World, dimensionam uma operação de seis anos contra empresas chinesas que atuavam na ilha ocultando seus vínculos societários. O alvo eram estruturas montadas para recrutar talento em semicondutores e acessar tecnologia sensível.
O ativo em disputa não é o equipamento, é a pessoa. Um nó avançado depende de engenheiros que passaram anos aprendendo a domar rendimento em linha real, conhecimento que não está em manual nem em patente. Contratar essa gente é o caminho mais curto para encurtar uma década de aprendizado.
A reportagem mostra a escala das medidas taiwanesas, o que ajuda a entender por que a ilha endureceu regras de investimento estrangeiro e de mobilidade profissional no setor.
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