
Donald Trump rejeitou as advertências de pesquisadores sobre risco existencial ligado ao avanço da IA, de acordo com reportagem de Jeff Mason para a Bloomberg. Na avaliação dele, a vantagem americana sobre a China é de cerca de um ano, e os Estados Unidos ficariam "em uma posição muito ruim" caso não vençam essa disputa.
A fala firma o eixo da política federal: competição geopolítica primeiro, contenção de risco depois. É o oposto do movimento que circula dentro dos laboratórios, onde parte das lideranças discute publicamente freios na fronteira de capacidade.
Trump não detalhou de onde vem a estimativa de um ano de dianteira nem que métrica sustenta a comparação, se capacidade de modelos, volume de computação instalada ou produção de chips.
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