
A GoPro vai se fundir com a Starman Optical, empresa de fotônica, em operação avaliada em pelo menos US$ 285 milhões. O acordo elimina US$ 92 milhões de dívida da fabricante de câmeras e adiciona transceptores ópticos para datacenter de IA ao portfólio.
A parte industrial do negócio é a mais concreta: a GoPro pretende voltar a montar câmeras nos Estados Unidos. A parte de IA é uma aposta de sobrevivência financeira, com a empresa buscando receita num mercado onde a demanda por óptica de 800G e acima cresce junto com os clusters.
O detalhe que falta é capacidade fabril e cliente. Vender transceptor para hyperscaler exige qualificação longa, e nada no anúncio indica contratos fechados.
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